Abri a porta e caminhei, na nitidez da magia do real.
A mesa do banquete era coroado de rosas e de mirto.
no canto eu estava memorando os meus dias.
E da magia daquela noite, minhas lágrimas celebrava.
Estava consciente e não dormia, das mãos finas meu pranto escorria.
Enquanto as imagens degastadas pelo tempo da minha mente.
Quaze cansei de esperar por ti!...pois lá não estavas.
Natal, quando se ergue o canto.
E minha memória sequiosa das desventuras.
Querendo vir à tona, em procura da parte que não tive.
E no meu triste instante, e vi a noite estrelada, calada.
Eu estava sentada olhando a luz divina, era o meu delírio.
Nunca destingui o vivido do não vivido do Natal.
Era o desfilar real dos meus sonhos e dias.
A linha musical do encatamento surgiu.
E a árvore era o meu alimento e tua luz.
E da pausa mágica da noite, eu celebrava o Natal.
No desejo de sufrir anos de distãncia em horas de harmonia.
E em redor da mesa celebrei a festa.
Do instante que meus olhos brilhavam entre rostos.
E a luz da vela se apagou, e se foi a magia com o novo dia.
Hoje transitei em sentimentos em andanças, derramadas no meu corpo e minha alma...ardentes emoções, e entre sussurros envolventes...minha pele se arrepia, ao captar amor em todos os movimentos, e esquecer o passado de muitos Natais.